O ano começou tenso para os fabricantes de produtos eletrônicos, que viram os estoques de insumos baixar devido a uma operação padrão realizada pelos fiscais da receita federal nos aeroportos. O problema começou em dezembro e se estendeu até 9 de fevereiro, um dia depois de a Abinee emitir um alerta para o risco de parada de produção em fábricas.

Já no dia 9 o governo chegou a um acordo com os auditores-fiscais, que haviam reduzido o ritmo de liberação de produtos em Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas), principais portas de entrada de componentes no país, em função de regra da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que os obrigava a passar por revista toda vez que entrassem em zonas seguras nos aeroportos.

As negociações foram travadas entre Anac, Receita Federal e Casa Civil. Depois, passaram pelo crivo do presidente Jair Bolsonaro, que teria se comprometido a assinar, nas próximas semanas, um decreto liberando os fiscais das revistas até que novas obrigações de segurança sejam estabelecidas nos aeroportos. Entre as novas normas estão a obrigação de instalação de sistemas de segurança com biometria e pré-cadastramento de pessoas autorizadas a transitar pelas áreas de alfândega.

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