Com o sistema, a central localiza a viatura está mais perto do local do chamado, os dados da vítima e até características do possível agressor. Se necessário, um chamado é aberto, automaticamente, via aplicativo de mensagens para entrar em contato com a mulher que se sente ameaçada.

De acordo com a corporação, 16 profissionais estão treinados especificamente para atendimentos de crimes desse tipo, e há viaturas dedicadas ao programa. O sistema foi desenvolvido diante da escalada do crime nas estatísticas.

A criação do aplicativo pode auxiliar para que mulheres vítimas de agressões possam sair dessa situação o quanto antes, com a recomendação que façam denúncias à Polícia Civil e peçam medidas protetivas.

Vítima de violência durante 18 anos, uma mulher que preferiu não se identificar disse que as agressões começaram com palavras de humilhação e que seu companheiro não permitia que ela vestisse qualquer roupa. Ela denunciou o agressor depois que foi parar no hospital.

“Ele me deu um soco na boca e tirou meu maxilar do lugar. Aí teve uma outra agressão quatro meses depois. Ele me agrediu dando socos na minha cabeça até eu cair no chão. E aí eu denunciei. Fui até a delegacia da mulher para dar entrada na medida protetiva. Fui até o IML, fiz corpo de delito e tudo mais”.

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