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Próximas licitações de aeroportos devem atrair muitos interessados, diz conselho do setor

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Oliveira, diretor-geral do Conselho Internacional de Aeroportos (ACI): Brasil é um exemplo nas concessões    Foto: ACI

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A sétima rodada de concessões de aeroportos, prevista para acontecer no ano que vem, deve gerar uma disputa bastante aquecida, na visão do diretor-geral do Conselho Internacional de Aeroportos (ACI, na sigla em inglês), Luis Felipe de Oliveira, primeiro brasileiro à frente da instituição que representa as operadoras dos terminais.

Um total de 16 aeroportos será oferecido para concessão, com investimentos estimados de R$ 8,8 bilhões. As unidades serão divididas em três blocos, com os terminais de Santos Dumont, Congonhas e Belém encabeçando cada grupo, acompanhados de terminais regionais.

“Acredito que a licitação vai atrair muita gente”, afirma Oliveira, em entrevista exclusiva para o Broadcast. O executivo assumiu o cargo em junho do ano passado. Antes disso, passou dez anos na Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata).

Com tantos anos de experiência, ele considera o Brasil um exemplo mundial a ser seguido no seu programa de concessão de aeroportos por destravar investimentos na melhoria local da infraestrutura.

Ainda que os terminais de Viracopos (Campinas-SP) e São Gonçalo do Amarante (RN) tenham de ser submetidos à relicitação devido à incapacidade das empresas de pagarem as outorgas, Oliveira avalia que o País aprendeu com erros do passado. “Se os parâmetros das relicitações forem semelhantes aos das concessões atuais, acredito que serão bastante exitosas”, diz.

Veja a seguir os principais trechos da entrevista, na abertura da primeira conferência global do setor aeroportuário desde o começo da pandemia, organizado pela ACI em Cancún, no México.

Broadcast: Qual a sua perspectiva para as próximas licitações de aeroportos no Brasil? Acredita que haverá apetite por parte de investidores?

Luis Felipe de Oliveira: É um programa muito bom. O Brasil aprendeu com os erros das primeiras concessões, anos atrás, e hoje atrai investidores do mundo inteiro. É o país com mais operadoras internacionais de aeroportos. Além disso, as empresas locais têm crescido bastante. O Brasil é realmente muito atrativo. E todo mundo fala nas joias da coroa da sétima rodada de licitações, que são Santos Dumont e Congonhas. Então, acredito que a licitação vai atrair muita gente. O Brasil é um grande exemplo mundial.

Broadcast: O senhor acredita que haverá interesse de investidores até no caso das relicitações dos aeroportos de Viracopos e São Gonçalo do Amarante, em que as concessionárias originais pediram a rescisão dos contratos?

Oliveira: Acredito que sim. Vai depender do modelo. O grande problema na primeira licitação era o valor da outorga, praticamente impossível de se pagar. Se os parâmetros das relicitações forem semelhantes aos das concessões atuais, acredito que serão bastante exitosas. E são aeroportos muito ricos, com grande potencial. Viracopos é o maior terminal de cargas do País e está do lado de São Paulo. A principal companhia que opera ali é a Azul, que está em expansão. Isso pode fazer com que Viracopos venha ser ainda mais importante em termos de voos internacionais e conexões no futuro. E São Gonçalo do Amarante tem um atrativo grande vindo do potencial turístico do Nordeste. Também é um dos pontos geográficos do Brasil mais perto da Europa e dos Estados Unidos. Se tiver um bom trabalho de preparação, o aeroporto pode crescer muito (como um ponto de conexão).

Broadcast: O fato de as licitações aconteceram em meio a um ano eleitoral, repleto de incertezas sobre os rumos da economia, pode espantar investidores?

Oliveira: Vai depender muito do marco regulatório, que já está mais ou menos definido. Os últimos anos no Brasil já foram turbulentos, com crises. E ano que vem será um ano turbulento também, mas as concessões são de muitos anos, o que representa uma visão de longo prazo. Vão atrair investidores apesar de ser ano eleitoral.

Broadcast: O senhor disse que o Brasil é um exemplo nas concessões de aeroportos. Em que sentido?

Oliveira: Com o programa de concessões, tiveram melhorias que vão desde a experiência dos passageiros nos terminais até a infraestrutura dos aeroportos e arredores, sem um aumento de custos (nas tarifas aeroportuárias). O Aeroporto de Florianópolis, por exemplo, parecia uma rodoviária e hoje é um superterminal. Outros aeroportos também foram muito modernizados. Os investimentos geraram eficiência e colocaram o Brasil em um patamar internacional.

Broadcast: O senhor diz que houve melhora da experiência para o consumidor, mas são constantes as reclamações sobre o preço alto de itens como um pão de queijo ou uma coxinha. Por que é tão caro?

Oliveira: Grande parte do faturamento dos aeroportos vem dessas atividades. As tarifas aeronáuticas (como as taxas de embarque) não cobrem os custos. E qualquer negócio do mundo tem que gerar um benefício. Não é obra de caridade, precisa dar lucro. O passageiro pode levar lanche de casa, não precisa comprar no aeroporto. O supérfluo é algo que se pode ou não comprar. Mas quando é despesa obrigatória – como as tarifas de embarque – isso pesa no bolso, independente de qualquer coisa. E a tarifa é bastante justa e baixa comparada com aeroportos internacionais. Então o preço de entrada é baixo, mas os preços internos são mais elevados, porque há a opção de comprar ou não.

Broadcast: Há como baixar os preços sem intervenção?

Oliveira: Pode baixar? Pode. Se aumentar o número de passageiros, as lojas podem ficar mais competitivas, ganhando escala e até reduzir os preços. Mas em qualquer aeroporto do mundo, a comida é mais cara. Na entrada nos aeroportos, há todo um processo de filtrar mercadorias, aplicar controles de qualidade e segurança, combate à entrada de drogas, etc. Então, colocar pão de queijo e coxinha nos terminais é bem mais difícil do que fazer o mesmo na banca da esquina.

Broadcast: Além de investimentos em infraestrutura e experiência dos usuários, quais as outras preocupações dos aeroportos?

Oliveira: A sustentabilidade é uma discussão muito importante. A nossa licença para voar no futuro depende disso. E é algo que mexe com o ecossistema da aviação, passando por aeroportos, companhias e governos. Mas estamos preparados para avançar. Já temos uma meta global de emissão zero de gases poluentes até 2050. Não é emissão neutra, que significa emitir poluentes e compensar comprando crédito de carbono. É emissão zero mesmo. O primeiro ponto para isso é o investimento em geração de energia limpa, com painéis solares. Além disso, buscaremos maior eficiência e redução do consumo de energia com ar-condicionado. Outro ponto é o manejo de resíduos gerados nos terminais. Os aeroportos representam apenas 3% a 5% do total de emissões de carbono da indústria da aviação, mas nós estamos mobilizados. Somos a primeira organização global a definir uma meta de redução. Lideramos o processo para que o resto da indústria seguisse.

Broadcast: O movimento ‘Flight Shame’, que sugere a diminuição das viagens aéreas para redução da quantidade da emissão de carbono, é um movimento que está ganhando força na Europa. Isso preocupa o setor? O setor demorou a adotar uma agenda de sustentabilidade?

Oliveira: Não é uma pressão de agora. Trabalhamos no Airport Carbon Accreditation (certificado de boas práticas em baixar emissão de carbono) para aeroportos há mais de dez anos. São mais de 350 aeroportos acreditados. Não é uma coisa que surgiu este ano. Mas demora para fazer todo mundo seguir a mesma visão. Convencer uma China (a reduzir suas emissões) é mais difícil do que convencer uma Alemanha, por exemplo. E como somos uma associação global, precisamos de um approach global também. Na Europa, é um tema mais desenvolvido. O grande desafio é a Ásia.

O jornalista viajou para a conferência aeroportuária a convite da ACI

Esta entrevista foi publicada no Broadcast+ no dia 23/11/21, às 09h00.

O Broadcast+ é uma plataforma líder no mercado financeiro com notícias e cotações em tempo real, além de análises e outras funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão.

Para saber mais sobre o Broadcast+ e solicitar uma demonstração, acesse.

Contato: [email protected]

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Garotinho é surpreendido ao pedir uma visita à Azul para o Papai Noel

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Um garotinho, fã da aviação, terá uma grata surpresa ao ver que seus pedidos de Natal estão prestes a ser realizados pela Azul Linhas Aéreas.

O pedido vem de Luiz Moreira, de 9 anos, que, segundo seu pai Danilo, é fã da aviação desde quando tinha 2 anos e todo ano pede algo relacionado aos aviões como presente de Natal. Enquanto nos outros anos o pequeno fez pedidos de aviõezinhos ou voos, desta vez ele pediu um avião da Gol em escala feito pela Gemini Jets, um patinete e uma visita à UniAzul.

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E, claro, ele destaca na cartinha ao Papai Noel que se comportou de maneira “razoável” e, por isso, merece ganhar os presentes.

A UniAzul que o menino menciona é a universidade corporativa da Azul Linhas Aéreas, a qual fica ao lado da sua principal base no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Nela, estão instaladas as salas de treinamento da empresa, simuladores de voo e toda a estrutura necessária para formar os tripulantes (forma como toda a equipe é intitulada, independente de trabalhar na operação de voo).

O pai Danilo, após receber a cartinha do filho, decidiu correr atrás do presente e a publicou no LinkedIn, local onde várias pessoas da Azul, inclusive o Vice-Presidente Jason Ward, viram a publicação e decidiram ajudar.

“Olá Danilo, tudo bem? Seria um prazer receber você e seu filho, Luiz na UniAzul. Vamos arrumar os detalhes no dm (mensagem)? Um grande abraço”, disse o executivo.

A visita ainda não tem data definida, mas deverá ocorrer em breve, a tempo do Natal. Esperamos que a Azul atualize-nos sobre essa ocasião especial, que contribui para fomentar a paixão pela aviação.



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Região

Aberto ao público, começa hoje o 1º encontro nacional da indústria de aeroportos do Brasil

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Imagem ilustrativa: Pátio do Aeroporto Internacional de Viracopos




Conforme informado há pouco mais de uma semana pela concessionária ABV Aeroportos Brasil Viracopos, a Aneaa – Associação Nacional de Empresas Administradoras de Aeroportos realiza a partir de hoje, 29 de novembro, até a quinta-feira, 2 de dezembro, o Airport National Meeting (ANM 2021), o 1º encontro nacional da indústria de aeroportos.

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Em formato híbrido, com atividades virtuais e presenciais, o evento oferece uma programação inovadora, explorando a dimensão estratégica dos aeroportos para a retomada do crescimento econômico brasileiro, além de encontros bilaterais com foco na geração de negócios entre o ecossistema aeroportuário e as concessionárias associadas à Aneaa.

A agenda inclui ainda a exposição de produtos e serviços, além de demonstrações de tecnologias e soluções que repercutem diretamente na modernização e competitividade do setor.

“O ANM é a primeira plataforma de conteúdo e negócios totalmente dedicada ao setor aeroportuário, e é natural que a Aneaa, como entidade representativa das operadoras privadas, seja a grande protagonista dessa iniciativa, sobretudo quando celebramos 10 anos de concessões aeroportuárias”, diz Dyogo de Oliveira, presidente da entidade.




O evento é organizado em dois momentos. O primeiro, de 29/11 a 01/12, é totalmente virtual utilizando uma plataforma digital com funcionalidades intensivas em tecnologia e inovação. Durante estes três dias, além de forte programação de conteúdo (aberta ao público) sobre temas de alta relevância para o setor, as empresas patrocinadoras poderão interagir com executivos e lideranças dos aeroportos de Brasília, Guarulhos, Galeão, São Gonçalo do Amarante, Viracopos e Belo Horizonte.

Destaques da programação virtual:

– Agenda de Negócios: encontros bilaterais em formato digital para apresentação de produtos e soluções aeroportuárias;

– Exposição Virtual de Produtos e Serviços: instalação de stands virtuais em espaço 3D;

– Marketplace de Produtos e Serviços: catálogo eletrônico dos principais fornecedores do ecossistema aeroportuário;

– Auditório virtual: espaço para realização de painéis, debates e seminários abordando temas de interesse do setor aeroportuário.

No dia 2 de dezembro, inaugurando a agenda presencial do ANM 2021, será realizado o seminário “Embarque Imediato: 10 Anos de Concessões Aeroportuárias no Brasil”. Desde 2011, foram 44 aeroportos concedidos, que, juntos, representam mais de R$ 25 bilhões em investimentos já realizados. A trajetória de desestatização segue fortalecida, com mais 16 aeroportos previstos para 7ª rodada de concessões, que acontecerá em 2022.

Em razão das restrições impostas pela pandemia, o evento terá capacidade para 300 pessoas, mas, para garantir sua ampla repercussão, toda a programação será transmitida ao vivo pelos canais de comunicação da Aneaa. Além de explorar os resultados e benefícios alcançados nesse período, o seminário irá debater os diversos aspectos que influenciam na competitividade dos aeroportos concedidos e sua dimensão estratégica para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Os painéis e sessões do evento contam com autoridades governamentais, lideranças empresariais e outros interlocutores determinantes para viabilidade e implementação do Plano Nacional de Desestatização.

A programação completa do evento e o passo a passo para inscrições estão disponíveis no site www.airportnm.com.

Informações da Aeroportos Brasil Viracopos




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Região

AB Concessões tem vagas para TI e cyber security

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Currículos devem ser enviados até o dia 1 de dezembro

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A AB Concessões, grupo do qual a AB Colinas, concessionária do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, faz parte, abriu processo seletivo para contratação de especialista em governança de TI e especialista de cyber security.

Para a primeira vaga, a empresa pede:

  • Experiência com avaliações utilizando framework de mercado (NIST, CIS, ISO, PCI e outros);
  • Conhecimento avançado em sistemas e tecnologias de segurança;
  • Experiência na elaboração de políticas e normativas de segurança da informação;
  • Vivência com as leis e regulamentações externas; (SOX, LGPD e outros);
  • Conhecimento em metodologias ágeis, Governança de dados e ferramentas;
  • Superior completo em Administração, Engenharia, TI ou áreas correlatas.

Diferencial:

  • Pós-Graduação em Governança de dados, LGPD, CyberSecurity e afins.
  • Certificações em Segurança; (ex.: LGPD, Security+, CEH, CHFI, dentre outras)

Os interessados em participar do processo seletivo devem enviar um e-mail de inscrição com o currículo atualizado para [email protected] até o dia 01 de dezembro, com o assunto GOVERNANÇA TI.

A empresa oferece salário fixo em regime CLT, vale alimentação, plano de saúde em nível estadual, plano odontológico, participação de lucros e resultados, além de diversos programas de desenvolvimento pessoal.

Para a segunda vaga, é preciso:

  • Experiência com avaliações utilizando framework de mercado (NIST, CIS, ISO e outros);
  • Conhecimento profundo em Segurança da Informação e Cyber Segurança (SIEM, EDR) e produtos (NGFW, WAF, IDP/IPS e outros);
  • Monitoramento periódico de vulnerabilidades e conformidades para mitigação e prevenção de possíveis riscos de segurança cibernéticos (Nessus, Qualys) – Threat Inteligence;
  • Coordenação e liderança de RedTeam e BlueTeam (SOC);
  • Suporte ao atendimento de incidentes de segurança, interação acelerada com os times de resolução e apoio operacional (MSS);
  • Participação nos Squads de desenvolvimento, embarcando segurança desde à concepção e protagonizando as ações de segurança durante as esteiras de desenvolvimento e testes para aumentar a segurança das aplicações (Dev&secOps);
  • Superior completo em Administração, Engenharia, TI ou áreas correlatas;

Diferencial:

  • Sistemas Operacionais: MCSA, MCSE, RHCSA, RHCE, LPI;
  • Storage: SNIA;
  • VMWare: VCA, VCP, VCAP, VCDX;
  • FORTINET: NSE1 a NSE6;
  • Redes: CISCO, CCNA SECURITY.
  • Certificações em Segurança:  Security+, CEH, CHFI, dentre outras

Resumo das atividades: Sua responsabilidade será executar as ações relacionadas à segurança da informação e cyber segurança em conformidade com as políticas e procedimento, bem como, planejar e executar, mudanças programadas no ambiente, avaliar e executar integrações com outros ambientes, propor e executar melhorias, atuar em troubleshooting do ambiente, reportar anomalias e incidentes e manter documentado topologia de todo o ambiente. Você deve possuir conhecimento técnico profundo em implementação e troubleshooting nas áreas de Redes e Segurança da informação, com uso específico em ferramentas condizentes às áreas, em versões recentes.

A principal atuação será na resolução de problemas relacionados à Cyber Segurança e segurança da informação, infraestrutura de TI e conhecimentos em geral em redes (LAN, SAN, WAN), storage (NAS, DAS, SAN), firewall (SD-WAN, IDS, IPS, WAF, Application Control), antivírus, antispam, backup (Dedup), sistemas operacionais, etc;

Os interessados em participar do processo seletivo devem enviar um e-mail de inscrição com o currículo atualizado para [email protected] até o dia 01 de dezembro, com o assunto CYBER SECURITY.

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