O câncer consiste em uma doença em que células do corpo começam a crescer indevidamente, de forma agressiva e incontrolável, podendo  causar tumores onde estiver acontecendo a anomalia.

A doença, não rara na sociedade contemporânea, tem diversas causas. Entre elas, podemos destacar o tabagismo e a exposição a radiação. 

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Os dados são assustadores, somente em 2018, 18,1 milhões de novos casos da doença foram registrados no mundo, ocasionando 9,6 milhões de mortes. A estatística futura é a que mais assusta, especialistas no assunto acreditam que a doença aumentará sua incidência em 78% nos próximos 20 anos.

Com uma cura ainda não descoberta, o tratamento, atualmente, se dá por cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula óssea. Porém, cientistas descobriram algo inovador, o que destruiria essas células cancerígenas. 

Em um estudo na Northwestern University Feinberg School of Medicine, nos Estados Unidos, o cientista Marcus E. Peter descobriu que moléculas RNA podem matar células cancerígenas, e não somente isso, podem também impedir que se tornem resistentes aos tratamentos atuais.

De uma forma mais didática e simples, Peter ilustra: “É como cometer suicídio esfaqueando a si mesmo, atirando em si mesmo e pulando de um prédio ao mesmo tempo. Você não pode sobreviver“.

Esse mecanismo nunca teria sido descoberto, vindo a tona somente agora. Foi descoberto por Marcus que o mecanismo dos microRNAs pode ser responsável pela autodestruição das células cancerígenas.

Agora nós podemos projetar microRNAs artificiais que são muito mais poderosos em matar células de câncer do que os desenvolvidos pela natureza. Precisamos, definitivamente, transformar isto numa nova forma de terapia”, explica o cientista.

Com o recente estudo, a ciência se empolga na luta contra o câncer. Esse é um começo de uma revolução no combate à doença, e, não muito distante, métodos inovadores e mais eficazes poderão ser utilizados.

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