O Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL) protocolaram ofícios, nessa quinta (4), endereçados às prefeituras de Jundiaí, Itupeva, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Jarinu e Louveira. O documento pede apoio às administrações municipais para a fiscalização contra atividades clandestinas, consideradas os principais fatores de disseminação do novo coronavírus.

“Sem esta fiscalização, a regressão de fase não terá a eficácia esperada e os setores serão ainda mais penalizados pelos impactos econômicos negativos. Principalmente aqueles formalmente estabelecidos que, desde o começo da crise, estão respeitando as normas estipuladas pelos órgãos de saúde e autoridades. Reiteramos que o comércio formal, os restaurantes e bares não são os responsáveis pela proliferação do novo coronavírus”, comentou Edison Maltoni, presidente do Sincomercio e da CDL Jundiaí.

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Nos ofícios, as entidades também pedem apoio quanto a uma possível flexibilização de funcionamento do comércio, dão sugestões e reforçam a importância de medidas de amparo à economia nas esferas municipal, estadual e federal.

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A fase vermelha se inicia neste sábado (6) e segue até o próximo dia 19. Ela prevê ainda o toque de restrição de circulação, entre 20h e 5h. Neste período, segundo o Sincomercio e a CDL, o comércio varejista paulista pode registrar perda média de R$ 11 bilhões no mês, diante da restrição das atividades não essenciais – cifra semelhante aos impactos mensurados de recuo médio mensal de abril e maio de 2020, meses mais críticos da pandemia no ano passado, segundo estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

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