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Vista aérea do Distrito Industrial de Indaiatuba: sistema viário na RMC para o escoamento da produção, formado por rodovias, portos e aeroportos

Elaindo Figuera/Divulgação

Vista aérea do Distrito Industrial de Indaiatuba: sistema viário na RMC para o escoamento da produção, formado por rodovias, portos e aeroportos

As cidades do Interior do Estado de São Paulo têm atraído cada vez mais investidores por unir o desenvolvimento econômico e qualidade de vida. Não por acaso, no ano passado, o Interior foi responsável por 80% do Produto Interno Bruto (PIB) de todo o Estado e quase um terço do PIB do País.

Dados da consultoria especializada IPC Marketing Editora mostram que a região terminou 2018 como o maior mercado consumidor do Brasil. O Interior responde por 53,4% de todos os recursos investidos em educação, vestuário, saúde, transporte, habitação, alimentação, entre outros, em todo o Estado de São Paulo. Esses gastos ultrapassam os R$ 650 bilhões ao ano.

O chamado quadrilátero paulista, que integra as cidades de Campinas, Santos, São José dos Campos e Sorocaba, tem mais de 30 milhões de habitantes, sendo uma das populações mais numerosas do Hemisfério Sul, de acordo com estudo da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

Essa concentração populacional atrai companhias da Capital e de outros estados que almejam oportunidades de crescimento e facilidades, como um sistema viário eficiente para o escoamento da produção, formado por rodovias, portos e aeroportos.

Vale do Silício

Campinas, por exemplo, que é conhecida como o “Vale do Silício” brasileiro, um dos principais pólos tecnológicos da América Latina, e reúne 30 das 500 maiores empresas de alta tecnologia do mundo.

Além disso, a região conta com importantes instituições de ensino superior, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Faculdade de Tecnologia (Fatec), entre outras.

Com tudo isso, o PIB do chamado quadrilátero paulista, ultrapassa a marca de R$ 1 trilhão ao ano, o que representa 80% do PIB de todo o Estado de São Paulo e 27% de toda a riqueza do Brasil.

No ranking das 25 melhores cidades para se viver no Estado de São Paulo, 19 são do Interior. O levantamento leva em conta fatores como educação, renda e expectativa de vida, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão das Nações Unidas.

RMC

Na Região Metropolitana de Campinas (RMC), Holambra é um bom exemplo. A cidade ocupa a 7ª colocação no ranking do IDMH da região e a 32ª no ranking nacional, com índice de 0,79, um diferencial que faz pesa na hora de atrair investimentos.

Escrito por:

Francisco Lima Neto

Fonte: Correio RAC

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