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Camerata Filarmônica de Indaiatuba realiza concerto “Uma Noite na Broadway”

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A Camerata Filarmônica de Indaiatuba é uma associação sem fins lucrativos, atuante no segmento musical (Foto: Lilian Larangeira/Divulgação)

Em parceria com a prefeitura de Indaiatuba e fazendo parte do calendário municipal, a Associação Camerata Filarmônica de Indaiatuba (ACAFI) realizará o concerto “Uma noite na Broadway” no sábado (27), às 20h. O evento acontecerá no Bosque do Museu Casarão Pau Preto (Rua Pedro Gonçalves, 477, Centro) e contará com apresentações das Cameratas Aprendiz e Jovem.

Os ingressos devem ser trocados por um litro de leite longa vida até sexta-feira (26), no Centro de Convenções “Aydil Pinesi Bonachella” (Rua da Primaveras, 210, Jardim Pompeia), das 9h às 15h. A arrecadação será entregue ao Fundo Social de Solidariedade (Funssol) da cidade para ser distribuído a quem mais precisa.

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Mesmo com o relaxamento das restrições sanitárias na região, ainda se faz necessário o controle do número de pessoas e o uso de máscara durante todo o evento. O limite será de 600 lugares e será necessária a apresentação da carteirinha de vacinação comprovando a imunização completa.

O tema do concerto não foi escolhido por acaso. Com repertório repleto de músicas que marcaram a infância e juventude da maioria das pessoas, como “Cats”, “Mamma Mia!”, “O Fantasma da Ópera”, “Grease”, “O Rei Leão”, “Frozen” e outras, a intenção é aproximar o público desse estilo musical.

“Além de os nossos alunos se identificarem muito com esse repertório, nós queremos fazer uma ponte entre as canções já conhecidas e a música erudita. Nossa intenção é acessar a memória afetiva e fazer com que o público se divirta e se emocione”, afirma a maestrina e diretora artística da Camerata Filarmônica de Indaiatuba, Natalia Larangeira.

A Camerata Filarmônica de Indaiatuba é uma associação sem fins lucrativos (Acafi), atuante no segmento musical, com propósitos artísticos, educacionais e sociais. Nossa equipe conta com músicos profissionais, educadores musicais e cargos de apoio de gestão, além de nossa Diretoria Executiva, Conselho Diretor e Conselho Fiscal.

A Acafi mantém a atuação de grupos musicais, como a Camerata Filarmônica Brasileira, Camerata Filarmônica de Indaiatuba, a Camerata Filarmônica Jovem, a Camerata Filarmônica Aprendiz e o Quarteto Guarany, além do Projeto Camerata Comunidade, em Parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Indaiatuba e a Prefeitura Municipal de Indaiatuba.

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Prefeitura anuncia que Indaiatuba não terá Carnaval de rua em 2022

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Carnaval de Indaiatuba é um dos principais da região (Foto: Arquivo/Prefeitura)

Em reunião na manhã desta segunda-feira (29), as cidades que integram a Região Metropolitana de Campinas (RMC) decidiram em conjunto pelo cancelamento do Carnaval 2022. A decisão foi anunciada pelo prefeito Nilson Gaspar (MDB) em vídeo nas redes sociais.

“Em reunião realizada em Cosmópolis foi decidido que, nas cidades que integram a RMC, incluindo Indaiatuba, não haverá Carnaval de rua. Por prudência, responsabilidade e uma vez que a pandemia ainda não acabou”, destacou Gaspar.

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“Em áreas com ambientes controlados, como clubes e outros estabelecimentos, desde que todos os protocolos de segurança sejam respeitados, o Carnaval poderá acontecer normalmente”.

Com o cancelamento, Indaiatuba não contará em 2022 com eventos tradicionais como o Carnaval das Marchinhas, CarnaPet e o Carnaval das Crianças.

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Um pedacinho da Alemanha na área rural de Campinas

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Eles são festeiros, gostam de chopp e joelho de porco. Mas não perdem os cultos luteranos realizados na centenária igreja do bairro, preservam suas tradições e cultura, além de trabalhar muito nos sítios. Estamos falando da comunidade alemã no bairro Friburgo, região Sudeste de Campinas. Considerado um pedacinho da Alemanha incrustrado na divisa de Campinas com Indaiatuba e encostado no aeroporto de Viracopos, o bairro é afastado, bucólico, sedia uma produção rural diferenciada, mas sofre com o abandono.

Quem percorre seu núcleo no meio da semana chega a comparar com um bairro fantasma, empoeirado e sem ninguém nas ruas, embora os patrimônios históricos estejam bem preservados.

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Nos arredores a produção agrícola familiar é forte: hortas (estufas e hidroponia), uva, café, milho, feijão e pecuária de corte. Vários pesqueiros com restaurantes povoam a região, junto a muitas chácaras de lazer. Nos finais de semana as atividades acontecem no núcleo histórico, onde ficam a Igreja Luterana, a Associação Escolar e o Cemitério dos Alemães, pontos que valem a pena conhecer. As famílias e turistas que andaram afastados por conta da pandemia começam a voltar. Mas são os eventos da comunidade alemã (confira a agenda) que movimentam o bairro centenário com festas e atividades culturais sempre realizadas no pátio da Igreja Luterana, um imovel tombado pelo patrimônio histórico.

Guardião da história

Hedio Ambrust Júnior, mais conhecido como Hedinho, é da terceira geração de imigrantes. Seus bisavós eram alemães mas ele nasceu no bairro há 52 anos, onde mora até hoje, cuidando da produção de uvas Niagara na propriedade que é da família há 130 anos. Entusiasmado com a história e as tradições, é um dos maiores incentivadores da preservação dos costumes e cultura. Se precisar de informações sobre o bairro, a história, as festas, a indicação é a mesma sempre: fala com o Hedinho! Ele comenta que hoje apenas cerca de dez famílias de descendentes moram e produzem no local. Boa parte foi embora com as desapropriações para a ampliação do aeroporto de Viracopos.

Em 2008, quando foi divulgada pela Infraero que o bairro perderia uma área de 30 mil metros quadrados – incluindo os prédios históricos da igreja, escola e cemitério – a comunidade iniciou uma batalha jurídica que durou cerca de três anos para impedir sua derrubada. “Foi uma luta triste e trabalhosa”, lembra Hedinho, mas pelo menos os prédios históricos foram mantidos. Muitas residências foram derrubadas e, segundo relato na época da historiadora Daisy Ribeiro, nenhuma construção de Viracopos será feita naquela área, pois é um local com restrições de ocupação chamada de curva de ruído.

Um projeto para incluir Friburgo no roteiro turístico de Campinas, com qualificação e quantificação da oferta turística da colônia alemã chegou a ser feito em 2005. Mesmo com a conclusão do projeto de recuperação da memória, das imagens e documentos do bairro feita pelo Centro de Memória da Unicamp e do planejamento turístico feita pelos alunos da Faculdade de Turismo da PUC-Campinas, a desapropriação da área desanimou parte da comunidade. Mesmo assim, relata Hedinho, eventualmente chegam grupos de turismo pedagógico organizados pela Prefeitura ou pelo Sesc, com pessoas interessadas em conhecer a tradição e são recebidos pelo grupo de dança Tanzgruppe Friedburg (que também se apresenta em eventos).

Vivências na roça

O Sítio São José pertence a várias décadas à família de Vico Abacherly, de origem Suíça. Localizado no bairro Friburgo, desde 2003 começou a ser projetado pela terceira geração da família para ser incluído no circuito de turismo rural. Em 2014 essa ideia ganhou força com os descendentes, que resolveram implementar a estrutura necessária. Vitória, que é casada com Guilherme Abacherly (neto do fundador) conta que hoje são cinco famílias morando e produzindo no local, onde cultivam café, feijão, milho, goiaba e uva. Seus produtos abastecem o armazém aberto ao público nos finais de semana, com vinhos, doces, pamonha e curau, café, fubá, mel, queijos etc.

Aos sábados, domingos e feriados toda a propriedade é aberta a visitantes das 8 h às 17 h. Em instalações simples e rústicas a família Abacherly serve seu café na roça, almoço caseiro no fogão de lenha e ainda petiscos na lanchonete. Vitória explica que as crianças podem passear no bonde (puxado por um trator), andar de pônei e visitar o recanto dos animais (com coelhos, porquinhos da Índia e cabras), enquanto os adultos podem sair a cavalo por uma trilha de 2 km na mata. Há ainda a tulha de artesanato (com objetos em cerâmica, enfeites, sabonetes artesanais etc.), a plantação vertical de morangos (cultivados em sacos com palha de arroz queimada) e o orquidário (orquídeas, cactos e suculentas). Para conversar com o pessoal do sítio pode usar o Whatsapp (19) 99879 8146. E para saber a rota de chegada, basta colocar no Google Maps: Sítio São José Turismo Rural.

A colônia e seu patrimônio

Quando a abolição da escravatura começou a ser discutida no Brasil, fazendeiros paulistas ficaram preocupados com a possível falta de mão de obra e se anteciparam em buscar trabalhadores imigrantes. A imigração de alemães e suíços foi incentivada pela escassez de terras em seus países de origem, agravada pela fome e altos impostos. A região cafeeira de Campinas recebeu grandes grupos (vindos principalmente de Schleswig-Holstein, norte da Alemanha, mas também com algumas famílias do Cantão de Berna, na Suíça) que trabalharam nas fazendas para pagar as dívidas da viagem e juntar recursos para comprar terras próprias.

A área de cerca de 800 alqueires cortada por vários riachos no centro do triângulo formado entre as cidades de Monte Mor, Campinas e Indaiatuba chamou a atenção de 34 famílias que se mudaram para o local, batizado de Friedburg, que significa Castelo da Paz. A historiadora Mirza Pellicciotta registra que a colônia de Friburgo surgiu entre 1864 e 1877. Eles começaram plantando culturas de subsistência (batata, arroz, feijão, milho e café) atém de manter rebanho de leite, e a produção era comercializada em Campinas. No século 20 o nome mudou para Friburgo, facilitando a compreensão.

Sem escolas públicas próximas, as famílias assumiram a construção de uma escola local e assim nasceu, em outubro de 1879, a Sociedade Escolar do Bairro Friburgo. Todas as atividades sociais eram concentradas no prédio da escola, tradição que se mantém até hoje, 142 anos depois. Outra necessidade dos moradores da época era ter um cemitério, já que o transporte dos mortos para o Cemitério Protestante – que ficava em área onde hoje é a Avenida João Jorge, na Vila Industrial em Campinas – era difícil e caro. Depois de muito entrave burocrático o cemitério foi inaugurado em fevereiro de 1886.

Já no final dos anos 1920, os sitiantes de Friburgo decidiram erguer sua capela luterana, inaugurada em 1934, para sediar os cultos dominicais antes realizados nas residências. Mas foi somente em 2009 que o Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc) reconheceu que o bairro Friburgo, implantado por alemães, é parte importante da história de Campinas e tombou como patrimônio histórico os imóveis da escola, da Igreja Luterana e o Cemitério dos Alemães.

AGENDA FESTEIRA

Acompanhe os principais festejos típicos da comunidade alemã do bairro Friburgo, divulgados pelo Facebook e Instagram @coloniaalemafriburgo. A pandemia deixou esses eventos suspensos por quase dois anos, mas eles começam a ser retomados e a expectativa é que em 2022 toda a agenda seja realizada. Os eventos são abertos ao público e realizados no pátio da Igreja.

Fevereiro – Almoço da fazenda para lembrar as comidas dos antepassados.

Abril – Comemoração da fundação da Igreja Luterana com culto, almoço, bingo, leilão.

Maio – Apresentações folclóricas de danças típicas da cultura alemã, com participação de grupos de várias regiões. Danças, comidas e bebidas.

Julho – Participação na Festa das Nações de Indaiatuba com danças folclóricas e comidas típicas.

Agosto – Festa da Colheita, onde é servido frango com polenta. Agradecimento da Igreja Luterana pelo sustento obtido da terra.

Setembro – September Fest é a tradicional festa do chopp, comemorando a chegada da Primavera. Tem campeonato do chopp de metro, danças e comidas típicas.

Outubro – Festa de aniversário de fundação da Sociedade Escolar, no 3º final de semana.

Dezembro – No início do mês tem almoço típico em prol da comunidade. Na véspera de Natal tem celebração especial na Igreja Luterana.

Os cultos na Igreja Luterana são realizados duas vezes ao mês, abertos a quem se interessar: no 2º domingo às 9h30 e no 4º sábado às 17h30.

COMO CHEGAR

Para chegar ao núcleo do bairro Friburgo, o motorista que parte de Campinas deve seguir pela Avenida das Amoreiras, continuar pela Avenida Ruy Rodrigues, passar pelo Terminal Ouro Verde, Terminal Vida Nova, Avenida Cambucci e seguir pela estrada Friburgo por cerca de 4 km. Esse trajeto demora aproximadamente 40 minutos, se partir do centro de Campinas. Se for utilizar aplicativos de trânsito (como Waze ou Google Maps), basta digitar Colônia Alemã de Friburgo ou Comunidade Luterana Campinas que a melhor rota é traçada.

NÃO CONFUNDA

É bem comum o bairro Friburgo ser confundido com Helvétia, pela proximidade e semelhança dos costumes, mas são bairros e municípios diferentes. Helvétia, também conhecido como núcleo rural do Fogueteiro, é um bairro formado originalmente por uma colônia de famílias suíças e fica no município de Indaiatuba.

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Pesquisa comprova maior eficácia de teste HPV para detecção de câncer

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Cientistas desenvolveram um novo exame de sangue capaz de detectar cinco tipos de câncer de forma precoce
Pesquisa realizada pela Unicamp comprova maior eficácia de teste HPV para detecção de câncer. Crédito: Edward Jenner/ Pexels

A aplicação do teste de HPV baseado em DNA para rastreamento do câncer de colo de útero é mais eficaz na detecção da doença. Pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovou a eficácia do teste no Brasil. O comparativo é com o exame de Papanicolau, que identifica células já doentes. A detecção do câncer nas mulheres que fizeram o teste de DNA-HPV foi antecipada em dez anos, ainda em estágios iniciais.

O estudo foi feito em parceria com a Prefeitura Municipal de Indaiatuba (SP) de outubro de 2017 a março de 2020, com cobertura de mais de 80% da população-alvo. A cidade tinha o maior índice de informatização de saúde e de cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) da região de Campinas. Os primeiros resultados foram publicados em novembro na revista científica The Lancet Regional Health – Americas.

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Júlio Cesar Teixeira, pesquisador principal do estudo e diretor de Oncologia do Hospital da Mulher (Caism) da Unicamp, diz que o Papanicolau alcançava apenas 30% das mulheres-alvo. “Passamos da cobertura, que era 30%, para mais de 90% e utilizamos um teste mais sensível e eficiente. O que aconteceu? Em dois anos e meio, detectamos 21 casos de câncer na população, sendo que 14 eram microscópicos”, acrescentou. A idade média era de 39 anos.

No comparativo com o programa anterior, que utilizava o Papanicolau como exame preventivo, foram 12 cânceres detectados e apenas um era microscópico, os demais eram avançados. A idade média desses casos era 49 anos. “Com o novo teste, detectamos os cânceres que iriam surgir nos próximos dez anos na cidade. Nós já detectamos em fases iniciais, com chances de cura próximas de 100%”, explica Teixeira. 

No âmbito do programa, 86,8% dos testes tiveram resultado negativo e 6,3% tiveram indicação de colposcopia. “Você faz uma triagem dessas pessoas. Quem tem o vírus, eu vou olhar para o segundo teste, que pode ser a citologia [Papanicolau] ou já olhar diretamente o colo, com uma colposcopia, que é um exame como uma lente de aumento para ver se ela já tem alguma lesão pré-câncer. Você acaba detectando antes de virar uma lesão em muitas mulheres”, diz o pesquisador.

Teixeira explica que a vacina do HPV, que começou a ser aplicada no Brasil em 2014 e tem como público-alvo crianças e adolescentes de 9 a 15 anos, deve diminuir a circulação do vírus, dificultando o rastreamento pela citologia. “Pela vacina, elas vão ter muito menos alterações, porque vão ter muito menos HPV. Então, o Papanicolau não vai conseguir detectar nada nessa população futura, vai ter que ser um teste de HPV”. 

O estudo desenvolvido pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp conseguiu comprovar o custo efetivo da substituição do teste. Apesar do custo inicial maior, Teixeira explica que alguns fatores fazem com que o custo total seja menor. Os exames de citologia, por exemplo, precisam ser feitos de três em três anos, e o teste de HPV é feito de cinco em cinco anos. “Um teste de HPV negativo garante cinco anos de risco zero para ter alguma doença importante, então você espaça mais.”

Além disso, há os custos com tratamento, quando o diagnóstico é feito tardiamente. “Se você detectar uma lesão pré-câncer, a mulher vive a vida dela inteira. Se detectar um câncer, ela tem um risco de morrer e encurtar a vida, dependendo do estágio”, exemplifica. O médico acrescenta que o custo do tratamento de um câncer avançado e um microscópico é pelo menos 20% maior.

HPV

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer do colo do útero é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano – HPV. “Praticamente de cada dez pessoas durante a vida, oito têm contato nos genitais com o HPV. São vários tipos, e 14 são relacionados a câncer”, explica o pesquisador.

Tirando o câncer de pele não melanoma, o câncer do colo do útero é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina. E é a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Em 2020, foram 16,7 mil novos casos. Em 2019, foram 6,5 mil mortes, segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer.

Teixeira reforça que este é um câncer que pode ser erradicado, tendo em vista que se conhece o agente causador, o vírus HPV. 

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